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Na página do Conselho Nacional de Saúde:

 

A conferência contará com 140 delegados nacionais, 1354 delegados eleitos em todas as etapas estaduais, 39 participantes livres e 178 convidados. Ela foi precedida por conferências realizadas em todos os estados e Distrito Federal, além de diversas conferências municipais e macrorregionais e 32 conferências livres. #SUS#EmDefesaDoSUS #1CNVS #1CNVS2018#VigilanciaEmSaude

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ATO DE CONVOCAÇÃO
DA REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA 20/02/2018

A Comissão Executiva do Conselho Estadual de Saúde do Rio de Janeiro convoca os Srs. (as) Conselheiros (as) Estaduais de Saúde do Rio de Janeiro para a Reunião Extraordinária do CES/RJ, a ser realizada no dia 20 de fevereiro de 201, com início às 10 e término às 14 no Auditório do 1o andar, à
Rua México nº 128 Centro, Rio de Janeiro/RJ.

Pauta:

I – Verificação de Quórum;
II – Leitura e Aprovação do Ato de Convocação;
III – Ordem do dia:

1. Aprovação das atas dos dias 16, 23 e 30 de janeiro de 2018;
Condições de funcionamento do CES, relação SESxCES e atuação da presidência na gestão do
Conselheiro Luiz Antonio de Souza Teixeira Junior;
3. Homologação da Comissão Eleitoral;
4. Vistas dos Conselheiros Nanci Rodrigues Santos e Miguel Jorge Gomes de Oliveira da
Apresentação do 1º e do 2º quadrimestre de 2017.
IV – Informes;

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Originalmente publicado na Agência Fiocruz de Notícias

 

Tatiane Vargas (Informe Ensp)

 

O Informe Ensp conversou com o pesquisador do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), Luiz Antonio Bastos Camacho, que participou do estudo sobre o fracionamento da vacina de febre amarela. Na entrevista, Camacho fala sobre as características do fracionamento da vacina e sua durabilidade, além da transmissão urbana da doença, do volume de doses disponíveis e do treinamento realizado na Fundação com profissionais de saúde que atuam e vão atuar na campanha de vacinação Informação para todos, vacina para quem precisa, promovida pelo Ministério da Saúde no início de 2018.

Informe Ensp: Estamos enfrentando uma epidemia de febre amarela?

Luiz Antonio Camacho: Não, não temos ainda número de casos para chamar de epidemia. O que temos são surtos, alguns casos pontuais no Rio de Janeiro, e até mesmo em São Paulo, mas não configura uma epidemia. Chamamos surto por que é localizado no tempo e no espaço e também ainda com um número relativamente pequeno pra configurar uma epidemia. Toda essa mobilização é para evitar uma epidemia como a que tivemos em 2017. Existe potencial para isso, considerando a cobertura vacinal relativamente baixa nestas capitais. Além disso, existe o risco de re-urbanização da febre amarela, ou seja de transmissão urbana.

Informe Ensp: O que significa exatamente a questão da transmissão urbana da febre amarela?

Luiz Antonio Camacho: Para começar, o macaco é uma vítima tanto quanto nós. Matar os macacos não será a solução. Quem transmite a doença é o mosquito, mas se uma pessoa encontrar um macaco caído ou morto, a orientação é não tocar nele. Ligue imediatamente para o número 1746 e acione a Vigilância Sanitária.

No ciclo de transmissão da febre amarela, a doença e o vírus são os mesmos, no ciclo silvestre e no ciclo urbano. O que muda é que o mosquito que transmite. Na mata, é outra espécie, o Sabethes, e ela está adaptada a se alimentar de sangue de primatas não humanos, ou seja, os macacos. Sendo assim, esse ciclo fica na floresta e eventualmente se espalha a ponto de matar macacos, e virar uma epizootia, que é uma epidemia em animais.

O homem entra acidentalmente nesse ciclo porque vai pra mata fazer ecoturismo, vai trabalhar, ou mora tão próximo à mata, que pode ser picado por um mosquito que não é um mosquito urbano. Então o homem não é uma fonte de sangue habitual do Haemagogos e Sabethes, que são espécies de mosquito proveniente da mata.

Com a aproximação da transmissão, inclusive dos macacos, que podem ser infectados na mata, mas estão muito próximos da área urbana, aonde você tem o Aedes aegypti, temos a possibilidade de reurbanização a partir de casos humanos. No início do século passado, essa doença era urbana, tinha epidemias que dizimavam a população, porque não existia uma vacina. A vacina é de 1937, mas Oswaldo Cruz acabou com o Aedes aegypti antes disso, então a doença foi controlada porque controlou o vetor.

Informe Ensp: A dose fracionada da vacina apresenta durabilidade de pelo menos oito anos. O senhor poderia explicar o motivo dessa diferença com relação a dose padrão?

Luiz Antonio Camacho: Na verdade, essa estimativa de oito anos é devido ao tempo que temos dados. Não sabemos ainda se dura mais de 8 anos, mas nossos dados garantem que em oito anos a maior parte dos indivíduos ainda está com anticorpos no sangue. Fiz questão de destacar anticorpos no sangue, por que mesmo que não detectemos o anticorpo no sangue não significa que o indivíduo não tenha alguma proteção. Temos que ter muito cuidado pois essas questões não são ciências exatas, é ciência biológica, existe uma margem de erro, de variação. 1/5 da dose garante que os indivíduos tenham anticorpos até pelo menos 8 anos. Depois desse período ainda não sabemos, mas vamos continuar acompanhando essas pessoas para obter novos dados.

Informe Ensp: Como se pretende fazer o acompanhamento dessas pessoas que tomaram a dose fracionada? Além disso, quem tomou há dez anos deve tomar de novamente?

Luiz Antonio Camacho: Não. Quem tomou a dose plena não deve tomar novamente. Há uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que preconiza uma dose para vida toda e o Ministério da Saúde acompanhou, deixando de lado as controvérsias sobre a questão.

Nesse momento, a política é: temos um grande contingente de pessoas que nunca foi vacinada. Sendo assim, temos que unir todos nossos esforços para vacinar essa parcela da população. Isso significa concentrar doses existentes, recursos, seringas, recursos humanos, entre outros, para garantir que toda população tenha recebido ao menos uma dose. Posteriormente, vamos cuidar de outra dose, caso necessário.

Com os dados que temos atualmente da dose fracionada da vacina, garantimos que quem tomar vai estar protegido e a duração da imunidade é de pelo menos oito anos. A partir disso, vamos prosseguir com os estudos e poderemos dizer daqui a um tempo se quem tomou a dose fracionada precisará ou não de um reforço.

Informe Ensp: Aqueles que tomaram a dose plena, há 20 anos, por exemplo, deverão tomar outra dose?

Luiz Antonio Camacho: Nesse momento, eles não são prioridade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz, baseada em alguns dados, que não é necessário vacinar novamente. Uma dose é para toda vida. No Ministério da Saúde, trabalhamos hoje uma orientação programática e estratégica voltada para a campanha de vacinação atual que busca imunizar quem nunca tomou nenhuma dose da vacina.

Informe Ensp: No caso da população mais vulnerável, como idosos, crianças e gestantes, qual orientação?

Luiz Antonio Camacho: Recomenda-se que as gestantes se vacinam somente em situações de risco, como estamos vivendo agora. Caso contrário, não. No caso dos idosos, recomenda-se tomar em situações de risco acompanhada de orientação médica. No que diz respeito ao tipo de vacina, às gestantes, idosos e crianças abaixo de dois anos recomenda-se a dose plena, por não termos informações sobre dose fracionada nessa população.

Informe Ensp: A quantidade de vacina que temos atualmente é suficiente para atender a população?

Luiz Antonio Camacho: Uma das razões de fracionar é que atualmente possuímos uma demanda concentrada no tempo e no espaço. [O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos] Bio-Manguinhos/Fiocruz entregou, no ano passado, aproximadamente 60 milhões de doses de vacinas de febre amarela. Agora estamos entrando em campanha em três cidades muitos grandes (São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador). Desta forma, por maior que seja a produção de Bio-Manguinhos, a demanda concentrada no tempo e no espaço nos força a lidar com um número de doses disponível, e com o estoque estratégico que precisamos ter num curto espaço de tempo. Isso nos força a fracionar. Isso significa que não está faltando vacina e o fracionamento é para lidar com essa situação emergencial.

A Fiocruz tem um lado de produção de vacina e tem também um lado de produção de conhecimento. O que estamos fazendo hoje é uma saúde pública baseada em evidências científicas. As evidências científicas vem de trabalhos como o que eu apresentei no treinamento realizado na última terça-feira [17 de janeiro], na Ensp. Esses trabalhos nunca se esgotam, um puxa o outro e temos sempre que lidar com a melhor evidência científica disponível naquele momento.

Essa campanha com a vacina fracionada é uma oportunidade para estudos adicionais, como foi feito no Congo. Nossa vacina foi pra lá em 2016 numa campanha que vacinou toda a capital. Foram 7 milhões de pessoas imunizadas com a nossa vacina, pois tínhamos evidências científicas de que podíamos fracionar. Paralelamente, eles coletaram dados e confirmaram que as pessoas tinham respondido à vacina fracionada da mesma forma que a vacina plena. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, pretendemos fazer isso, vacinar e coletar sangue para verificar empiricamente o desempenho da vacina em condições não controladas de pesquisa clínica.

Informe Ensp: Na última terça-feira (17/1), foi realizado, na Ensp/Fiocruz, um treinamento para profissionais de saúde do município do Rio de Janeiro sobre o fracionamento da vacina. O senhor poderia falar sobre o encontro?

Luiz Antonio Camacho: A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro foi quem organizou e desenvolveu todo o treinamento e fomos convidados a participar para apresentar o estudo sobre o fracionamento da dose. Participaram do treinamento não apenas profissionais da ponta, mas também profissionais que tem a ver, direta ou indiretamente, com a campanha de vacinação. O treinamento foi destinado aos profissionais de saúde do município do Rio de Janeiro, buscando informá-los sobre a campanha de vacinação da febre amarela com dose fracionada, para que, assim, possam informar à população quando questionados sobre o fracionamento da dose.

Mais 200 profissionais de saúde que atuam no município do Rio de Janeiro lotaram o auditório térreo da Ensp para receber informações sobre a dose fracionada da vacina. A atividade contou com a presença do subsecretário Estadual de Vigilância em Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, da superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Cristina Lemos, além do mim e da coordenadora da Assessoria Clínica (Asclin) de Bio-Manguinhos, Maria de Lourdes de Sousa Maia, com quem dividi a apresentação sobre o estudo do fracionamento da vacina.

Na ocasião, o secretário apresentou o boletim epidemiológico do Rio de Janeiro e destacou que estamos passando por um novo ciclo de febre amarela, que se comporta muito próximo de outras arboviroses urbanas. Alexandre destacou ainda que o Rio de Janeiro foi o primeiro estado a fazer a vacinação antes da circulação do vírus e reforçou que não há problema na oferta de vacinas.

Minha fala foi em conjunto com a Lourdes, especificamente sobre estudo que comprova a imunogenicidade da dose fracionada. A pesquisa com doses reduzidas teve início em 2009, com a aplicação de diferentes dosagens em 900 voluntários de um estudo clínico. Em 2017, os mesmos voluntários foram chamados para participar de uma segunda etapa que avaliou a soropositividade, ou seja, a imunidade que eles ainda tinham após o período de oito anos. Da amostra inicial, foram analisados dados de 319 participantes.

Os resultados apontaram que mesmo com a aplicação de 1/5 da dose padrão, a vacina de febre amarela de Bio-Manguinhos ainda sustentava a proteção similar à inicial. A dose fracionada em 1/5 não é, portanto, mais fraca que a dose padrão. Isso acontece porque, apesar de fracionada, a dose ainda induz o organismo a produzir anticorpos em níveis necessários à proteção contra a doença.

Em sua dose plena, a vacina já é conhecida e aplicada pelos profissionais de saúde, que dominam a técnica. Não se tratou de um treinamento sobre técnica de vacinação, até mesmo por que, nesse caso, o que muda é apena a seringa. É uma fração da dose, a vacina normalmente é feita com 0,5 ml e nessa campanha com a dose fracionada ela vai ser de 0,1 ml, portanto 1/5 da dose, e para isso vai ser exigido outra seringa de 0,1 ml. É um volume muito pequeno, e a seringa precisar ser apropriada para obter dose precisa em volume tão pequeno.

O objetivo maior desse treinamento foi informar os profissionais de saúde para que eles possam informar a população. É claro que eles também vão receber um treinamento com essa pequena mudança na técnica, pois a diluição da vacina é a mesma, apenas na hora de aspirar o conteúdo, é que o volume é menor. Mas nesse momento a ideia foi informar os profissionais pra que eles possam informar a população.

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O Rio de Janeiro terá três novas oficinas de formação para o Controle Social no SUS. Além da capital, estão agendadas oficinas para a região Noroeste (21 e 22 de março, em Miracema), Metropolitana I (19 e 20 de abril, em Queimados). 

 

O projeto de Formação para o Controle Social no SUS visa retomar um processo formativo amplo que concretize a Política Nacional de Formação Permanente para o Controle Social, reiterada nas deliberações da 15ª Conferência Nacional de Saúde.

No ano em que a 8ª Conferência Nacional de Saúde - marco do movimento pela reforma sanitaria - completa 30 anos, este projeto busca atualizar conteúdos e estratégias do controle social de políticas públicas e da defesa do Sistema Único de Saúde.

Além da elaboração de materiais educativos (ver repositório de materiais), o projeto prevê a realização de 68 oficinas de formação para o controle social. A duração de cada oficina é de dois dias, nos quais serão discutidos quatro grandes blocos Temáticos (ver oficinas). Cada oficina contará com 80 participantes divididos em duas turmas de 40.

A seleção dos participantes será feita pelas Comissões de Educação Permanente dos Conselhos Estaduais de saúde de cada Estado participante. Em cada oficina 24 participantes serão lideranças de movimentos sociais que não participam de conselhos de saúde e 56 participantes serão conselheiros e conselheiras de saúde. Nas vagas de conselheiros será respeitada a proporcionalidade de composição dos conselhos com 50% de usuários, 25% de trabalhadores em saúde e 25% de prestadores e gestores.

As oficinas foram distribuídas pelos estados segundo sua população, sendo garantida pelo menos uma oficina por estado.

 

Formulário de inscrição para conselheiros (as) de saúde. 

Formulário de inscrição para lideranças de movimentos. 

Saiba mais em FORMAÇÃO PARA O CONTROLE SOCIAL NO SUS.

 

 

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Estão abertas as inscrições de trabalhos para o “I Simpósio Nacional sobre Saúde, Envelhecimento e estado de Bem-estar”, que será realizado entre os dias 18 e 19 de abril de 2018, no auditório do Museu da Vida, no campus Manguinhos, da Fiocruz. Os trabalhos deverão ser enviados até o dia 2 de março de 2018.

Com inscrições (gratuitas) até o dia 26 de março, o evento, que é uma parceria entre o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict)/Fiocruz, por meio do Grupo de Informação em Saúde e Envelhecimento (Gise) e o Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE/Fiocruz, tem por objetivo debater as diferentes dimensões relacionadas ao problema da mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis apontadas pela ONU nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e nas políticas relacionadas.

O I Simpósio acontece no campus Manguinhos da Fiocruz, no Museu da Vida, que fica na Av. Brasil. 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro (RJ).

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3865-3240, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo facebook

Serviço

Evento: I Simpósio Nacional sobre Saúde, Envelhecimento e estado de Bem-estar

Data/Horário: 18 e 19/04/2018 – das 9h30 às 16h

Inscrições de trabalhos: Até 02/03/028

Inscrições para o evento: Até 26/03/2018

Informações: (21) 3865-3240 | Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. | Facebook: https://www.facebook.com/events/183818178882804/

Local: Museu da Vida/Fiocruz – Av. Brasil, 4.365, Manguinhos, Rio de Janeiro (RJ)

EXTRAORDÍNARIA CES 21/03/2017

As pautas do dia trataram de assuntos de extrema importância para a Saúde estadual. Apresentados como temas pricipais, tivemos:

1 - Apresentação do Teste do Pezinho

2 - Apresentação da febre amarela

3 - Apresentação dos Indicadores de Pactuação Estadual 2017

4 - Continuação da apresentação do PES 2016/2019

Mais uma vez com quórum espressivo, o plenário iniciou os trabalhos incluíndo a

aprovação de indicadores, cuja votação mostrou 23 favoráveis, 3 contrários e 2 abstenções.

A primeira pauta , tamanha sua necessidade e polêmica, dominou o dia, pois tratou de atribuição

estatal sendo destinada para organização particular, no caso, a APAE. Os conselheiros provocaram

o tema alegando que o Teste do Pezinho, anteriormente um serviço público executado pelo IED,

estava sendo reorientado para uma instituição privada, ressalvando-se a excelência da APAE.

A presidente Tânia (APAE), por sua vez, buscou demonstrar com todo o empenho a total capacidade

da instituição, a qual preside, no importante trabalho de identificação de doenças em recém-nascidos.

No seu momento de fala, o Subsecretário de Saúde, Sérgio Gama, traduziu as difuiculdades enfrentadas

pelo Estado no ano de 2016 para dar continuidade, pelo IED, aos testes, muito devido ao orçamento.

Duante as falas, os conselheiros alegaram que as causas da demora dos testes, a não realização dos mesmos

e o enorme número de bebês que simplesmente não passaram pela avaliação não é culpa do IED mas sim

das políticas deletérias dos governos do PMDB.

Sendo uma reivindicação do CES um SUS 100% público e de qualidade, seria estranho efeutar repasses

à iniciativa privada. Esta foi a avaliação do Pleno naquele momento.

REUNIÃO EXTRAORDÍNARIA CES 21/03/2017

cidadãos já receberam as doses da vacina, num total a ser atendido de treze milhões e trezentas mil pessoas.

Devido ao intenso debate, os dois últimos pontos da pauta foram adiados para a próxima reunião.

Sobre os dados técnicos, a APAE hoje está fazendo de 12 a 16 mil novos testes e buscando executar cerca de

18 mil testes atrasados.

A FEBRE AMARELA

Mário Sérgio Ribeiro, Superintendente de Vigilância Epidemiológica do Estado, discorreu sobre as iniciativas

do governo para evitar que o Rio sofra com um surto da doença. Mostrou que os únicos casos registrados

foram em regiões de mata/silvestres e que nenhum caso de febre amarela atingiu moradores de centros urbanos,

nem no estado, tampouco no país. Em gráfico, mostrou que o Rio formou um "cinturão de proteção" nas

fronteiras com Minas Gerais e Espírito Santo, garantindo assim que o surto não atinja a população como um

todo. Sérgio deu um importante recado também: a população não precisa acorrer aos postos de vacinação

em desespero. Todos no Rio serão vacinados até o final do ano. Só neste mês, um milhão e novecentos mil

cidadãos já receberam as doses da vacina, num total a ser atendido de treze milhões e trezentas mil pessoas.

Devido ao intenso debate, os dois últimos pontos da pauta foram adiados para a próxima reunião.